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    12-03-2026 | COLUNA

    A picanha, a guerra e o diálogo como resistência

    Em um churrasco entre amigos, uma discussão política vira reflexão sobre polarização, algoritmos e a importância de resgatar o diálogo a partir de valores compartilhados

    A picanha, a guerra e o diálogo como resistência
    Peera_Sathawirawong e Deagreez via Getty Images

    Fred Gelli 7 minutos de leitura

    Num sábado à tarde, recebíamos em casa, para um churrasco, um casal de amigos muito queridos. Amigos de longa data. Ela, uma das melhores amigas da minha mulher; ele, um apaixonado por música, design e bom parceiro de frescobol.

    Entre uma cerveja e outra, como acontece tantas vezes, a conversa foi parar nas notícias quentes da semana. Em algum momento mencionei o que vem acontecendo nos Estados Unidos, as políticas de imigração, as ações violentas do ICE e agora a guerra de Donald Trump. Para minha surpresa, meu amigo reagiu com contundência. Não apenas defendia Trump como liderança americana e global, mas também achava que ele estava no caminho certo. Sério? Não podia acreditar no que estava ouvindo.

    A partir dali começava a já clássica e irritante batalha de dados.

    Ele apresentava números, exemplos, estatísticas, fontes. Eu respondia com os meus. Para cada argumento que eu trazia, ele dizia que eu desconhecia a parte mais importante da história. Para cada informação que ele apresentava, eu retrucava com outras que ele, curiosamente, desconhecia.

    Donald Trump em um cubo, envolto de gráficos
    Dilen_ua via Getty images, Pete Linforth por Pixabay

    Em poucos minutos já não discutíamos ideias. Discutíamos fontes.

    Ele citava as que considerava confiáveis. Eu citava as minhas. Ele ria das minhas. Eu ria das dele.

    Mundos paralelos.

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    A conversa foi esquentando. Minha mulher e a mulher dele, visivelmente constrangidas, começaram a ficar incomodadas com a situação que se tornou tão comum: dois amigos discutindo política cada vez mais alto, cada vez mais inflamados.

    Em algum momento elas pareciam ter desistido de nós e, claro, começaram as tentativas para que mudássemos de assunto e falássemos de outra coisa: “qual é mesmo a marca dessa picanha?”, “Vocês viram Pluribus?”

    Pluribus: o design por trás da reinvenção da ficção científica de Vince Gilligan
    (Divulgação/Apple)

    Esse é o roteiro conhecido. Para preservar a amizade, alguém cede. A conversa é interrompida. O assunto é enterrado. Seguimos adiante como se nada tivesse acontecido.

    Mas naquele dia eu estava cansado desse desfecho.

    Cansado de desistir de pessoas. Cansado de aceitar que certos assuntos fundamentais simplesmente não podem mais ser conversados.

    Cansado de ver amizades se reduzindo a afinidades superficiais.

    Então resolvi insistir, mas por outro caminho. Bora falar sobre princípios e valores?

    Então resolvi insistir, mas por outro caminho. Bora falar sobre princípios e valores?

    Vamos esquecer os dados e as fontes, já que está difícil confiar em qualquer um.

    Não apenas os dados dele, mas também os meus. Fiz questão de me colocar na mesma posição. Dois indivíduos expostos a sistemas de informação que têm interesses econômicos claros em nos manter polarizados.

    No fundo, trata-se de um modelo de negócios. Plataformas digitais ganham dinheiro com engajamento. O engajamento cresce com conflito.

    No fundo, trata-se de um modelo de negócios. Plataformas digitais ganham dinheiro com engajamento. O engajamento cresce com conflito. Quanto mais tempo ficamos participando do campo de batalha gerado pelos “posts isca”, reagindo e nos indignando, mais valioso se torna o espaço publicitário que essas plataformas vendem. Vendem para quem? Para as marcas! E elas parecem não se importar em serem as protagonistas dessa maluquice toda! Mas isso talvez seja tema para um próximo artigo.

    Informações selecionadas, recortes estatísticos, episódios isolados, vídeos fora de contexto. Tudo isso alimenta uma máquina de hipnose digital que nos conduz lentamente para posições cada vez mais rígidas e polarizadas. Uma miopia que dá (muuuito) lucro, onde a verdade factual parece cada vez mais inalcançável e abstrata.

    Nós dois éramos, ao mesmo tempo, participantes e vítimas desse sistema.

    Viramos patinhos no processo.

    Viramos patinhos no processo. E isso só tende a piorar!

    Talvez por isso seja um artifício para desenvolvermos algum tipo de imunidade, e seguirmos conversando, seja nos concentrarmos no que mais interessa, no que tem mais profundidade, no que vem da nossa educação, no que define o nosso caráter: os valores verdadeiros. Talvez essa seja uma forma de resistência consciente a esse modelo de negócio perverso.

    Uma espécie de vacina simbólica (polêmica?) contra a manipulação permanente que molda nossas certezas.

    Na verdade, nós dois somos muito mais parecidos do que aquela conversa fazia parecer. Somos de bom caráter. Gostamos de muitas das mesmas coisas. Temos origens parecidas. Queremos viver em uma sociedade justa e segura e sonhamos com isso para nossos filhos. E somos amigos há pelo menos 15 anos!

    A partir daí, a conversa começou a mudar.

    Acho que, pela primeira vez naquela tarde, estávamos realmente conversando.

    O mais curioso é que nossas mulheres, que observavam de longe, demoraram a perceber a mudança. Como nossas trocas continuavam intensas, ainda achavam que estávamos brigando e seguiram insistindo para que parássemos. Mas naquele momento nós dois estávamos profundamente interessados em continuar.

    Porque algo raro tinha acontecido.

    Em vez de encerrar a conversa para preservar a amizade, tínhamos encontrado uma maneira de seguir conversando justamente para preservá-la.

    Essa experiência me fez perceber com mais clareza um problema que hoje atravessa todas as escalas da vida social. Vai das tensões diplomáticas entre países até as conversas dentro de casa. O desafio de falar com o diferente se tornou um dos grandes impasses do nosso tempo.

    Estamos desaprendendo a dialogar.

    Três amigos conversando no trabalho
    Crédito: Freepik.

    Para evitar conflitos, evitamos assuntos fundamentais. Política, visão de mundo, futuro, valores coletivos. Eles desaparecem das mesas de jantar, das conversas de bar e até dos espaços públicos de debate.

    O preço disso é alto. Quando deixamos de trocar com quem pensa diferente, reduzimos o espaço de aprendizado e também o espaço de inovação. Ideias novas raramente nascem do encontro entre iguais. Elas surgem quando perspectivas distintas entram em contato.

    A dialética parte justamente da tensão entre posições diferentes.

    Durante séculos, o conhecimento humano avançou por meio desse processo. A dialética parte justamente da tensão entre posições diferentes.

    Tese e antítese não existem para se anular, mas para tornar possível o surgimento de uma síntese mais ampla.

    Talvez o mais interessante seja perceber que a natureza aponta exatamente na mesma direção. Como mencionei em um outro artigo, a bióloga Lynn Margulis mostrou que os grandes saltos evolutivos surgiram do encontro entre organismos diferentes. Em vez de uma árvore que se divide em ramos isolados, a evolução se parece mais com uma teia, onde formas distintas de vida se encontram e passam a coexistir.

    O brilho do novo aparece quando diferentes encontram espaço para cooperar.

    Os recifes de coral são um dos exemplos mais elegantes desse princípio. Eles existem porque uma alga microscópica e um animal marinho estabeleceram uma relação de simbiose profunda. A zooxantela vive dentro do tecido do coral e produz energia a partir da luz solar. O coral oferece abrigo e nutrientes. Nenhum dos dois organismos isoladamente seria capaz de criar a estrutura complexa que conhecemos como recife.

    A inovação biológica nasce do encontro do diferente.

    Talvez possíveis soluções para as encrencas sistêmicas em que nos metemos como espécie dependam do mesmo princípio.

    Na medida em que bloqueamos quem pensa diferente, reduzimos nossa própria capacidade de evoluir.

    Na medida em que bloqueamos quem pensa diferente, reduzimos nossa própria capacidade de evoluir. Limitamos o surgimento de soluções novas justamente quando o mundo enfrenta problemas cada vez mais complexos.

    Talvez por isso aquela conversa de sábado tenha sido tão marcante. Não porque tenhamos chegado a um acordo político — o que não aconteceu. Continuamos com visões muito diferentes sobre muitos temas. Mas descobrimos que existe um portal possível quando a conversa sai da disputa superficial de dados e se desloca para o terreno dos valores.

    Valores são mais profundos do que informações. São menos manipuláveis porque estão mais ligados à experiência humana direta. São territórios que atravessam gerações. Mesmo quando pais e filhos discordam radicalmente em política, costumam compartilhar princípios fundamentais sobre dignidade, justiça, cuidado e responsabilidade.

    Os valores ainda são, em grande medida, um território humano.

    Talvez seja ali que a conversa possa sobreviver.

    Já pensou em alguém especial que valha a pena convidar para almoçar?


    SOBRE O AUTOR

    Fred Gelli é co-fundador e CEO da Tátil Design, consultoria de branding, design e inovação que desenha estratégias e experiências de m... saiba mais


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