Restituição do IR 2026 começa quando? Veja a data do primeiro lote

A medida organiza a devolução de valores a quem declarou corretamente e dentro do prazo

Tela do aplicativo da Receita Federal em celular
Crédito: imagem criada com auxílio de IA via ChatGPT.

Joyce Canelle 1 minutos de leitura

A Receita Federal definiu o calendário de pagamento das restituições do Imposto de Renda 2026, os depósitos começam no dia 29 de maio, conforme ato publicado no Diário Oficial da União na última segunda-feira (16).

A medida organiza a devolução de valores a quem declarou corretamente e dentro do prazo, seguindo critérios de prioridade e ordem de envio.

O primeiro lote será pago em 29 de maio, a partir daí, os repasses seguem de forma escalonada nos meses seguintes. Esse cronograma permite que os contribuintes recebam os valores de forma organizada, evitando atrasos e sobrecarga no sistema, segundo a Agência Brasil.

Além disso, a definição antecipada das datas ajuda no planejamento financeiro de quem tem valores a receber.

CALENDÁRIO COMPLETO DE RESTITUIÇÕES

A Receita estruturou o pagamento em quatro etapas ao longo do ano. Confira as datas:

  • 29 de maio de 2026
  • 30 de junho de 2026
  • 31 de julho de 2026
  • 28 de agosto de 2026

Assim, quem entrega a declaração mais cedo tende a receber antes, desde que não haja pendências.

QUEM RECEBE PRIMEIRO

A ordem de pagamento segue critérios legais de prioridade, em primeiro lugar estão:

  • Pessoas com 80 anos ou mais
  • Contribuintes entre 60 e 79 anos.
  • Pessoas com deficiência ou doença grave.

Professores cuja principal renda vem do magistério entram na lista logo depois.

Por outro lado, quem utiliza a declaração pré-preenchida e escolhe receber via Pix também ganha vantagem. Esse grupo passa à frente de quem opta por apenas uma dessas alternativas.

ORDEM DE ENTREGA FAZ DIFERENÇA

Além das prioridades, a Receita leva em conta o momento da entrega da declaração, ou seja, quanto antes o envio for feito, maiores são as chances de receber nos primeiros lotes.

Por isso, especialistas recomendam reunir documentos com antecedência e evitar deixar o envio para os últimos dias.

O calendário segue o padrão adotado nos últimos anos, com pagamentos concentrados entre maio e agosto, dessa forma, o governo mantém previsibilidade no fluxo de restituições.

Enquanto isso, o contribuinte deve acompanhar o processamento da declaração para verificar possíveis pendências e garantir o recebimento das restituições dentro do cronograma.


SOBRE O(A) AUTOR(A)

Bacharel em Jornalismo, com trajetória em redação, assessoria de imprensa e rádio, comprometida com a comunicação eficiente e a produç... saiba mais