Starlink no celular: quando a tecnologia chega ao Brasil?

Com o satélite, a comunicação acontece sem a intermediação de torres de telefonia

Starlink símbolo e planeta Terra
Crédito: imagem criada com auxílio de IA via ChatGPT

Joyce Canelle 1 minutos de leitura

A conexão direta entre celulares e satélites, desenvolvida pela Starlink, começou a operar nos Estados Unidos a partir de 2025, com envio de mensagens como função inicial.

Diferente do que muitos imaginam, não será necessário comprar um celular específico, o sistema permite que smartphones já existentes se conectem diretamente aos satélites de órbita baixa.

Essa comunicação acontece sem a intermediação de torres de telefonia. Na prática, o aparelho envia e recebe sinais diretamente do espaço, o que amplia a cobertura para áreas onde hoje o sinal é inexistente.

A proposta faz parte do projeto Direct to Cell, que pretende evoluir gradualmente. O serviço começa com mensagens de texto e ao longo do tempo deve incluir chamadas de voz e acesso à internet.

Outro ponto que chama atenção é a compatibilidade, mais de 50 modelos de smartphones já são considerados aptos ou podem se tornar compatíveis com atualizações de sistema.

Isso reduz a necessidade de novos investimentos por parte dos usuários e facilita a adoção da tecnologia em larga escala.

QUANDO CEHGA AO BRASIL

Ainda não há confirmação oficial de lançamento no país, mesmo assim, o cenário é considerado favorável.

A atuação da Starlink no Brasil e acordos em outros países indicam que a expansão internacional deve ocorrer após a fase inicial nos Estados Unidos. A expectativa do setor é que o serviço avance conforme os testes forem concluídos e a regulação permitir.

A principal transformação será a redução das áreas sem sinal, regiões rurais, estradas e até locais remotos poderão ter algum nível de conectividade.

Além disso, a tecnologia pode ganhar relevância em situações de emergência, quando redes tradicionais ficam indisponíveis.

Hoje, a chamada Starlink Mobile já conta com centenas de satélites em órbita baixa e cobertura em diversos continentes. A próxima geração promete ampliar a capacidade e levar internet banda larga diretamente aos celulares.


SOBRE O(A) AUTOR(A)

Bacharel em Jornalismo, com trajetória em redação, assessoria de imprensa e rádio, comprometida com a comunicação eficiente e a produç... saiba mais