A geração Z é mais feliz quando trabalha em pequenos negócios? Veja o que diz pesquisa
Um estudo realizado nos Estados Unidos indica mudança nas prioridades profissionais mais jovens

Abrir o próprio negócio tem se tornado uma alternativa cada vez mais atraente para jovens da geração Z nos Estados Unidos. De acordo com a Inc. Magazine, muitos profissionais mais jovens relatam maior satisfação ao trabalhar em pequenos negócios próprios do que em empregos tradicionais.
A reportagem se baseia no relatório “Small Business Happiness Report”, da VistaPrint, produzido com pequenos empresários norte-americanos. A pesquisa foi realizada nos Estados Unidos em parceria com a YouGov e ouviu empreendedores de diferentes faixas etárias.
GERAÇÃO Z APARECEU COMO A MAIS FELIZ
De acordo com o levantamento, os empreendedores da geração Z foram os que demonstraram maior nível de satisfação entre os grupos analisados.
O estudo aponta que jovens empresários valorizam, principalmente, autonomia, flexibilidade e a possibilidade de trabalhar com algo alinhado aos próprios interesses.
Outro fator importante identificado pela pesquisa é o desejo de ter mais controle sobre a rotina profissional. Para muitos jovens, empreender oferece uma liberdade maior do que modelos tradicionais de trabalho corporativo.
AUTONOMIA PESA MAIS DO QUE ESTABILIDADE
A geração Z tende a priorizar propósito, independência e qualidade de vida mais do que estabilidade tradicional de carreira.
Isso ajuda a explicar o interesse crescente por pequenos negócios, trabalhos independentes e modelos mais flexíveis de atuação profissional.
O relatório também mostra que fatores ligados ao cotidiano do trabalho, como fazer algo considerado significativo e definir os próprios horários, aparecem entre os principais motivos de satisfação entre pequenos empresários.
PESQUISA FEITA COM EMPREENDEDORES
O levantamento da VistaPrint foi realizado com pequenos empresários dos Estados Unidos entre janeiro e fevereiro de 2026. Segundo a empresa, participaram donos de negócios com até 100 funcionários e idades entre 21 e 64 anos.
Apesar de o estudo refletir a realidade do mercado norte-americano, os dados apontam que o movimento de busca por mais flexibilidade e autonomia também tem aparecido entre jovens profissionais em outros países.