25.07.2026 | 08:20 AM Tudo começou com a apresentação Dançando os Orixás, Cantando pro Santo, da Cia Cambona, coletivo artístico e centro cultural de São Paulo. Antes mesmo da fala de Báyò Akómoláfé, a dança afro-brasileira ocupou o centro da sala, antecipando um dos principais argumentos do filósofo nigeriano: o corpo guarda memórias, ancestralidades e formas de conhecimento que sobrevivem ao tempo. Em mais uma de suas vindas ao Brasil, Báyò participou da série ìdòwú, realizada pelo Instituto Toriba e Dancing With Mountains, em...