10.06.2026 | 07:04 AM Há alguns anos, comecei a perceber uma ansiedade silenciosa por trás de quase todas as conversas que tinha com líderes empresariais. Não se tratava de escassez de talentos ou dos resultados do próximo trimestre. Era algo mais existencial: o medo de que, na corrida para adotar cada nova ferramenta de IA, as organizações estivessem, sem perceber, eliminando de sua cultura justamente os aspectos mais humanos. As planilhas estavam ficando mais inteligentes. As pessoas, menos vistas. Depois de anos trabalhando com...