15.03.2026 | 07:02 AM Em 1994, Bernard Tschumi, então diretor da Escola de Arquitetura, Planejamento e Preservação da Universidade Columbia, em Nova York, lançou um experimento radical: proibiu papel e desenhos feitos à mão, exigindo que estudantes de arquitetura usassem computadores. Junto com a ascensão dos softwares de projeto assistido por computador, o chamado “escritório sem papel” acelerou a adoção de ferramentas digitais pela profissão e transformou a maneira como arquitetos concebiam ideias. Agora que a inteligência artificial entrou em cena, seria fácil imaginar...