24.02.2026 | 07:14 AM No fim dos anos 1990, globalizar era uma espécie de senha de acesso. Quem tinha passaporte simbólico, ou seja, se enquadrava nos códigos estéticos e conceituais pré-estabelecidos, atravessava fronteiras. Para a maioria, restava imitar. As marcas entenderam rapidamente que exportar estética funcionava. Melhor ainda era exportar comportamento. As empresas não vendiam só produtos, mas um jeito de ser. Na virada do século, o comércio internacional já ultrapassava 50% do PIB global, segundo dados do Banco Mundial compilados pelo Our World...