25.02.2026 | 08:30 AM Unidades de terapia intensiva são, por definição, ambientes barulhentos. Equipamentos médicos disparam alarmes, bipes e alertas constantes, todos pensados para capturar a atenção de profissionais de saúde já sobrecarregados. Esse bombardeio contínuo pode levar ao que especialistas chamam de “fadiga de alarme”: devido ao barulho na UTI, médicos e enfermeiros passam a operar sob estresse e exaustão, tentando distinguir sinais de rotina daqueles que indicam que um paciente está em risco iminente. Para os pacientes, o cenário também é desafiador....