Social
Newsletter

    ANUNCIE AQUI
    • TECH
    • IA
    • MONEY
      • WEBCAST
    • IMPACTO
    • DESIGN
    • WORK LIFE
      • FUTURO DO TRABALHO
    • NEWS
    • COLUNISTAS
    • SXSW 2026
    • PRÊMIOS
      • THE HUMAN LEADERS 2025
    • FASTCO WORKS
      • ELEVENLABS
      • GLOBO
    • HOMEPAGE
    • SXSW 2026
    • FASTCO WORKS
      • GLOBO
      • KWAI
    • TECH
    • IA
    • MONEY
      • WEBCAST
    • IMPACTO
    • DESIGN
    • WORK LIFE
    • ESG
    • NEWS
    • EVENTOS
      • INNO FEST BRASIL 2025
      • THE HUMAN LEADERS 2025
      • CANNES LIONS 2025
      • WEB SUMMIT RIO 2025
      • URBAN INNOVATION WEEK
      • SXSW 2025
      • CES 2025
      • FESTIVAL DO CLUBE DE CRIAÇÃO 2024
      • INNOVATION FESTIVAL NY 2024
      • CANNES LIONS 2024
      • WEB SUMMIT RIO 2024
      • SXSW 2024
      • INNO FEST BRASIL 2023
      • REC’N’PLAY
      • CANNES LIONS 2023
      • Web Summit Rio 2023
      • SXSW 2023
      • NOVAS LIDERANÇAS
      • INNO FESTIVAL BRASIL 2022
      • SXSW 2022
      • NRF 2022
    • PRÊMIOS
      • THE HUMAN LEADERS 2025
    • VIDEOS
    • PUBLICIDADE
    • FASTCO WORKS ARCHIVE
    Newsletter
    Follow us:

    Últimas Histórias

    entrevista de emprego com IA
    Entrevista de emprego com IA é uma tendência? Entenda o cenário
    09.05.2026 | 09:12 AM Um novo relatório da plataforma de recrutamento Greenhouse descobriu que 63% dos candidatos a emprego foram entrevistados por IA durante o processo de contratação, e eles não estão felizes com isso

    Jovens conversando
    A geração Z é mais feliz quando trabalha em pequenos negócios? Veja o que diz pesquisa
    09.05.2026 | 08:00 AM Estudo realizado nos Estados Unidos indica mudança nas prioridades profissionais da geração Z

    China toma a frente na produção de robôs humanoides
    Robôs humanoides made in China dão baile nos made in USA
    09.05.2026 | 07:04 AM Em dezembro de 2025, a CATL, maior fabricante de baterias do mundo, iniciou o que chama de primeiro grande projeto de implantação em massa de

    aplicativos burros/ sem IA
    Cansado de IA em tudo? Estes apps  fazem menos – e melhor
    09.05.2026 | 07:03 AM Sou só eu ou toda atualização de aplicativo agora promete “reinventar seu fluxo de trabalho” com um novo assistente de IA generativa? Daqui a pouco

    tédio criativo
    Darwin, Tchaikovsky e Maya Angelou usavam esta estratégia para estimular a criatividade
    09.05.2026 | 07:02 AM O segredo contraintuitivo das mentes mais criativas da história

    agentic commerce
    Google e OpenAI correm para lançar IAs com autonomia para fazer compras
    09.05.2026 | 07:01 AM Em setembro do ano passado, a OpenAI e a Shopify fizeram um anúncio que abalou o varejo: as empresas estavam se unindo para lançar o

    Mulher usando calculadora e segurando documentos
    Imposto de Renda 2026: sócios de empresas devem enviar a declaração? Entenda como funciona
    09.05.2026 | 06:00 AM A Receita Federal possui critérios para que os contribuintes enviem a declaração

    LinkedIn
    Ter muitos seguidores no LinkedIn ainda vale a pena? Entenda o novo cenário
    08.05.2026 | 04:33 PM A influência profissional na plataforma passou a ser medida também pela qualidade das interações

    Adolescente lendo um livro
    A Geração Z reinventa o clube do livro e isso tem um impacto positivo na saúde
    08.05.2026 | 04:28 PM A tendência impulsionada pela geração Z une literatura e conexões presenciais

    Dinheiro brasileiro
    Imposto de Renda 2026: minha fonte de renda vem do magistério, tenho prioridade na restituição? Entenda
    08.05.2026 | 04:12 PM A restituição do Imposto de Renda 2026 terá quatro lotes com pagamentos entre maio e agosto

    08-02-2023 | COLUNA

    Desaprendemos a conversar?


    Veja Também
    • Las mujeres ya no lloran, las mujeres lideran
    • SXSW discute o humano fora do centro
    • Memória: lembro, logo existo
    LG Lo-Buono 4 minutos de leitura

    Você prefere estar certo ou ser feliz?

    Esse clichê me pega muito, porque eu adoro estar certo. Provavelmente, como você. “Estar certo” não carrega apenas a dimensão da competitividade argumentativa (que, benzadeus, tornou-se outra epidemia de nossos tempos), mas também alimenta o reforço individual que precisamos para os nossos próprios processos de aprendizagem. Quaisquer sejam eles.

    É bom estar certo na resposta do vestibular, é bom estar certo na decisão de casar ou comprar a bicicleta, é bom estar certo quando alguém te pergunta se (benzadeus, de novo) o correto é “preto ou negro”.

    Mas esse último proposital exemplo ilustra uma dimensão arriscada de nossa busca por certezas.

    A gente sempre foi muito bom em ter certeza de coisa errada.

    Por um lado, temos vivido o período de maior propagação de conhecimento a respeito de todas as pautas ligadas à inclusão social. Duvido que você consegue passar um dia sequer sem ler um mísero post, ver uma notícia na TV, um trailer de série nova ou um comentário na reunião do Zoom sobre algum episódio mais recente de racismo, uma palavra nova que é capacitista ou uma fala transfóbica de alguma autora de livros infanto-juvenis. E similares, claro.

    Por outro lado, existe um efeito rebote que vem quase na mesma proporção que essa enxurrada de informação: o medo de não querer saber ou falar sobre nada disso. Esse medo – ou insegurança, para ser mais preciso – é familiar a todas e todos nós.

    Você não vai se lembrar disso, mas aprender a andar com duas pernas em vez de engatinhar foi aterrorizante. Bem ali, no começo da vida, a maioria de nós precisou aprender algo bastante fundamental que desafiava as certezas que tínhamos até então sobre a melhor maneira de nos locomovermos de um ponto ao outro.

    A gente naturalmente se aproxima daquilo que nos é mais familiar e se afasta do que não é. Só que esse processo pode afetar apenas a você mesmo – como ouvir exclusivamente playlists do seu gênero preferido – ou afetar as pessoas ao seu redor, porque você não vive sozinho.

    As últimas décadas até podem ter martelado bastante na sua cabeça essa ideia de individualismo como fórmula infalível de sucesso. Mas estou certo de que você já se deu conta também de que essa é uma das maiores fake news de nossos tempos.

    A gente naturalmente se aproxima daquilo que nos é mais familiar e se afasta do que não é.

    Era bom estar certo naquele processo padrão de contratação de pessoas com o mesmo "fit cultural", né? Era bom estar certo na escolha daquela piada que ressoava sem alarde nenhum no happy hour, bom demais! Usar um cocar no carnaval ou como adereço do DJ famoso? Era uma decisão tão certa, gente!

    Homem não chora, mulher não é firme o suficiente para liderar, a gramática portuguesa não prevê “todes”, o Brasil nem é racista igual os Estados Unidos (eu, racista?!), aquele meu primo autista é “especial”, mas se ela não fez cirurgia ela não é trans, comer chocolate é muita “gordice” (aliás, gordo é gordo porque é preguiçoso!)... A gente sempre foi muito bom em ter certeza de coisa errada.

    ENFRENTE SUAS INSEGURANÇAS

    Entendo que não é tão trivial quanto desbravar um gênero musical desconhecido a descoberta sobre seus estigmas associados à gordofobia, àquelas atitudes machistas que replica desde que entrou na puberdade, à forma como você percebe e significa pessoas de raças diferentes da sua ou àquelas tantas expressões LGBTfóbicas (olha aí mais uma palavra nova!) que todo dia alguém aponta como ofensivas.

    Eu entendo – e vivencio em todos os meus trabalhos como consultor – o medo e a insegurança de falar e agir não estando certo sobre o que disse ou fez. Você não quer ferir ou ofender ninguém mais. Sua filha lésbica, seu novo date negro, sua chefe mulher, seu colega deficiente visual, sua analista da periferia de São Paulo, seu consultor trans.

    Converse sobre essas pessoas e não apenas com elas. Pergunte, demonstre interesse, queira saber sobre elas.

    Você não quer ferir ou ofender essas pessoas, e mais nenhuma. E, ao optar pelo efeito rebote de preferir manter-se naquelas algumas certezas que você já tem (a essa altura, você já sabe se é “preto ou negro”, vai!) e ignorar suas legítimas inseguranças, tampouco está contribuindo para que estas mesmas pessoas sintam-se mais seguras e acolhidas por você.

    De todos os conselhos que eu poderia dar sobre como deixar de engatinhar para caminhar com mais felicidade nesse terreno fértil e inseguro, estimulante e amedrontador, abundante e demandante que vivemos a respeito de todas essas pautas sociais, minha escolha é questionavelmente simples: dialogue. Converse com as pessoas.

    Encare sua insegurança sobre não estar certo e conte isso para alguém. Conte para sua filha lésbica, sua chefe mulher, sua analista da periferia. Mas não o faça esperando sempre obter respostas, ou aguardando o momento-chave de contra-argumentar e “vencer aquele debate”, ou receber um prêmio de “pessoa mais vulnerável do mundo”.

    Converse sobre essas pessoas e não apenas com elas. Pergunte, demonstre interesse, queira saber sobre elas. Veja, talvez a forma ou o tipo das perguntas pode não bater tão legal na outra pessoa, e isso também é parte de seu processo de encarar suas inseguranças! Você também aprenderá com isso.

    Converse para descobrir que está errado. Que aí, confie, você logo estará certo novamente – e bem mais feliz.


    SOBRE O AUTOR

    ‘LG’ Lo-Buono é especialista em DE&I para organizações, fundador e diretor da consultoria Pulsos. Trabalha com marcas como Meta, J... saiba mais


  • INSCREVA-SE EM NOSSA NEWSLETTER

    • ASSUNTOS RELACIONADOS

      • mulheres na liderança
        COLUNA
        Las mujeres ya no lloran, las mujeres lideran
      • humanos fora do centro das discussões sobre inteligência artificial
        COLUNA
        SXSW discute o humano fora do centro
      • estamos terceirizando nossas memórias
        COLUNA
        Memória: lembro, logo existo
      • confiança entre pessoas e nas máquinas
        COLUNA
        A máquina escala processos. Mas só humanos maduros sustentam a confiança
      • Consequências das tensões no Oriente Médio para a transição energética
        COLUNA
        Consequências das tensões no Oriente Médio para a transição energética
      • foto de sete baleias vistas de baixo para cima, sob uma luz azulada, e um mergulhador ao fundo
        COLUNA
        E se as baleias tiverem razão?
      • Uma colagem digital de arte conceitual surreal e texturizada que retrata múltiplas camadas da identidade humana entrelaçadas com elementos tecnológicos e biológicos. O centro da composição é dominado por fragmentos do rosto de uma pessoa, divididos e transparentes, em tons de pele dourados e alaranjados. Esses fragmentos de rosto, que parecem ser recortes sobrepostos, revelam uma pele granulada e poros visíveis, além de um olhar intenso e fixo vindo de um olho central, que perfura a composição. Sobre o topo da cabeça, um cérebro anatômico, modelado em vermelho vibrante e rosa, está exposto e centralizado, como uma tampa transparente revelando a mente. Ele é flanqueado e perfurado por pílulas médicas alongadas, em amarelo e laranja, inseridas em várias camadas da colagem, sugerindo tratamentos ou intervenções farmacêuticas na mente. Ao redor dessa figura central, há um emaranhado denso e caótico de fios e fibras emaranhadas, em tons de azul elétrico e branco, que parecem tanto circuitos de dados quanto uma rede neural biológica, sugerindo conexões complexas. No fundo, há anéis concêntricos concêntricos e formas circulares texturizadas, em tons de azul, laranja e preto, que imitam tanto grafites de spray quanto diagramas de onda. Em várias partes da colagem, a pele e o fundo são impressos com linhas repetitivas de microtexto digital, com as palavras "A VERDADE" (em português) repetidas exaustivamente em azul e branco, flutuando como código de computador ou legendas sobrepostas sobre a figura humana e o caos circundante. O estilo geral é de uma colagem crua, granulada, com texturas de papel rasgado e spray de tinta, sobre um fundo azul-claro suave. A composição é complexa, densa e fragmentada, evocando temas de identidade em transição, neurobiologia, tecnologia e a busca por significado em meio à informação.
        COLUNA
        Autofagia do trabalho: humanos treinando a própria obsolescência
      • liderança feminina
        COLUNA
        Não basta ter mulheres no topo. É preciso mudar como o topo funciona
      • ilustração de mulher com cabelo preso e óculos. ao fundo, livros, notebook
        COLUNA
        A moda dos colégios bilíngues
      • Pessoa sorridente usando óculos, gorro e moletom com capuz sob uma jaqueta jeans, olhando para o lado. A figura está em preto e branco, recortada sobre um fundo colorido com degradês em verde, azul e roxo, linhas onduladas e silhuetas de árvores, criando um visual artístico e vibrante.
        COLUNA
        8 dicas finlandesas para uma vida feliz

        • IMPACTO

        • IMPACTO

          Latinha inteligente promete cortar o desperdício de plástico

          IMPACTO

          Possuir ficou obsoleto

          IMPACTO

          Você não vê, mas cada clique cobra um preço em pegada de carbono

        • NEWS

        • NEWS

          Editoras processam a Meta e expõem o conflito entre IA e direitos autorais

          NEWS

          Musk reage a perguntas e admite investimento de US$ 38 milhões na OpenAI

          NEWS

          OpenAI encerra exclusividade com a Microsoft; entenda o que muda no mercado de IA

        • TECH

        • TECH

          Robôs humanoides made in China dão baile nos made in USA

          TECH

          Ter muitos seguidores no LinkedIn ainda vale a pena? Entenda o novo cenário

          TECH

          Cloudflare, Coinbase e PayPal ampliam cortes com foco em IA

        • WORK LIFE

        • WORK LIFE

          Entrevista de emprego com IA é uma tendência? Entenda o cenário

          WORK LIFE

          A geração Z é mais feliz quando trabalha em pequenos negócios? Veja o que diz pesquisa

          WORK LIFE

          Darwin, Tchaikovsky e Maya Angelou usavam esta estratégia para estimular a criatividade


        • Quem somos
        • Missão
        • Anuncie Conosco
        • Redação
        • Política de Privacidade
        • Termos de Uso
        • Contatos
        • Fast Company Brasil © 2026