Social
Newsletter

    ANUNCIE AQUI
    • TECH
    • IA
    • MONEY
      • WEBCAST
    • IMPACTO
    • DESIGN
    • WORK LIFE
      • FUTURO DO TRABALHO
    • NEWS
    • COLUNISTAS
    • SXSW 2026
    • PRÊMIOS
      • THE HUMAN LEADERS 2025
    • FASTCO WORKS
      • GLOBO
      • KWAI
    • HOMEPAGE
    • SXSW 2026
    • FASTCO WORKS
      • GLOBO
      • KWAI
    • TECH
    • IA
    • MONEY
      • WEBCAST
    • IMPACTO
    • DESIGN
    • WORK LIFE
    • ESG
    • NEWS
    • EVENTOS
      • INNO FEST BRASIL 2025
      • THE HUMAN LEADERS 2025
      • CANNES LIONS 2025
      • WEB SUMMIT RIO 2025
      • URBAN INNOVATION WEEK
      • SXSW 2025
      • CES 2025
      • FESTIVAL DO CLUBE DE CRIAÇÃO 2024
      • INNOVATION FESTIVAL NY 2024
      • CANNES LIONS 2024
      • WEB SUMMIT RIO 2024
      • SXSW 2024
      • INNO FEST BRASIL 2023
      • REC’N’PLAY
      • CANNES LIONS 2023
      • Web Summit Rio 2023
      • SXSW 2023
      • NOVAS LIDERANÇAS
      • INNO FESTIVAL BRASIL 2022
      • SXSW 2022
      • NRF 2022
    • PRÊMIOS
      • THE HUMAN LEADERS 2025
    • VIDEOS
    • PUBLICIDADE
    • FASTCO WORKS ARCHIVE
    Newsletter
    Follow us:

    Últimas Histórias

    WhatsApp lança recurso para pais controlarem quem fala com seus filhos
    WhatsApp lança recurso para pais controlarem quem fala com seus filhos
    11.03.2026 | 07:07 PM WhatsApp lança recurso para pais controlarem quem fala com seus filhos

    SXSW
    SXSW: quais tendências de tecnologia devem estar em evidência?
    11.03.2026 | 05:00 PM O South by Southwest (SXSW) realiza sua edição de 2026 entre 12 e 18 de março, no Texas. O festival completa 40 anos com um

    Mulher fazendo compras
    Como identificar descontos reais na semana do consumidor?
    11.03.2026 | 04:30 PM A Semana do Consumidor movimenta o comércio em todo o Brasil e se intensifica próximo ao Dia do Consumidor, celebrado em 15 de março. Durante

    Existe um método para se tornar criativo? Stanford afirma que sim
    11.03.2026 | 04:00 PM A criatividade costuma ser vista como um talento natural, reservado a poucas pessoas, mas ela também pode ser desenvolvida com método e prática. Programas de

    Mulher fazendo compras
    Veja como aplicar promoções de semana do consumidor no seu negócio
    11.03.2026 | 02:17 PM A Semana do Consumidor movimenta o comércio em todo o Brasil durante o mês de março e costuma aumentar a procura por ofertas. A campanha

    Semana do Consumidor: conheça 7 itens incomuns na Amazon que você nem sabia que precisava
    11.03.2026 | 02:14 PM A Amazon realiza até 15 de março a Semana do Consumidor, campanha promocional que reúne cupons e descontos em diversas categorias do site. A ação

    Prova de vida
    Prova de vida volta a ser exigida para pagamento do INSS de março; veja quem é obrigado
    11.03.2026 | 01:35 PM A prova de vida para beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) continua obrigatória em 2026. O procedimento deve ser realizado ao longo do

    Novos emojis da Apple
    Sistema iOS 26.4 beta 4. apresenta 163 novos emojis; confira
    11.03.2026 | 01:33 PM A Apple liberou nesta semana a versão iOS 26.4 beta 4, trazendo uma atualização significativa para a biblioteca de emojis do sistema. O lançamento ocorreu

    restaurantes sem celular
    Restaurantes começam a proibir celulares para incentivar conversas à mesa
    11.03.2026 | 07:04 AM Imagine-se sentado com amigos diante de uma tábua de frios e uma garrafa de vinho em um bistrô francês. Se você pegar o celular, um

    Disney cria robô do personagem Olaf, de "Frozen"
    Disney usa IA para transformar Olaf, de “Frozen”, em um robô real
    11.03.2026 | 07:03 AM A Walt Disney Imagineering revelou os bastidores de sua mais nova criação: uma versão 3D real de Olaf, o divertido boneco de neve de “Frozen“,

    11-10-2022 | COLUNA

    Não deixe a conversa morrer. Não deixe a conversa acabar


    Veja Também
    • O pior dia do ano 
    • A política da dúvida: como a violência psicológica reorganiza a experiência das mulheres
    • É possível descobrir se fui bloqueado no WhatsApp?
    Thiago Baron 5 minutos de leitura

    Nestes últimos meses, com quantas pessoas de fora da sua bolha política você conversou? Indo além: neste ano, você teve a oportunidade de ter quantas conversas produtivas com pessoas de posicionamentos opostos aos seus – sejam eles religiosos, dogmáticos, culturais ou de qualquer outro matiz?

    É, meus caros, a conversa está morrendo. E quem diz isso não sou eu, Baron, mas os dados. Sim, a conversa está morrendo.

    Para encontrar caminhos que nos levem a voltar a dialogar, apresento a vocês o Brasil de Bolhas, estudo fresco, lançado há pouco pela Koga, unidade de insights & research da Dojo, agência da qual tenho o prazer de ser cofundador e atual CCO. O estudo foi feito em parceria com a Eureka e a Offerwise, não posso deixar de mencionar.

    Peço vossa licença aqui, então, para compartilhar um pouco do que aprendi após mergulhar nos resultados desse projeto multiplataforma que nosso time desenvolveu sob o comando de Georgia Reinés, nossa diretora de insights, e seus faixas-preta guardiões desse recurso preciosíssimo: os dados.

    A famosa frase de Voltaire, cunhada lá no século XVII, nunca se fez tão necessária: “discordo do que você diz, mas defenderei até a morte seu direito de dizê-lo”. Esse é o objetivo do nosso trabalho de pesquisa com esse projeto.

    Não pretendemos que todos concordem, mas quão menor como sociedade não estamos ficando, ao passo que estamos perdendo a capacidade de dialogar respeitosamente com quem o algoritmo das redes sociais deixou de fora da nossa bolha? Por isso, com nossos aprendizados, almejamos construir pontes.

    Para chegar aos resultados, o time da KOGA utilizou das seguintes metodologias:

    - Desk research: para estudar o percurso sócio-histórico da criação de bolhas no Brasil e seus principais motivadores.

    - Entrevistas com especialistas em antropologia e/ou ciência política: para entendimento das dinâmicas de comunicação e diálogo e do contexto atual brasileiro.

    - Pesquisa quantitativa: para traçar os perfis comportamentais e demográficos e quantificar os aprendizados.

    - Grupos focais: para aprofundamento qualitativo das relações interpessoais e desenho preliminar dos perfis. Foram montados sete diferentes perfis, compostos por pessoas de 16 a 40 anos, dos diferentes matizes sócio-políticos.

    CONTEXTO

    Voltemos lá em 2013. Você se lembra do "gigante que acordou"? Naquele ano, paulistanos, motivados inicialmente pelo aumento na tarifa do transporte público na cidade de São Paulo, geraram movimentos anti-institucionais que, rapidamente, migraram para outros assuntos. Surgiram black blocs – e os contra black blocs. Logo surgiram crianças na cacunda dos seus pais com cartazes dizendo que queriam viajar para a Disney.

    No ano seguinte, atingimos um ápice de venda de smartphones no Brasil: em 2014, 54 milhões de unidades de celulares com acesso à internet foram vendidos no país, um movimento que acelerou brutalmente o espalhamento da informação para as diversas classes sociais.

    Os dois anos seguintes foram a divisão do gigante. A reeleição da ex-presidente Dilma Rousseff e os sucessivos protestos em prol do seu impeachment só inflamaram os ânimos e jogaram gasolina em um barril de pólvora. Era o combustível que faltava para a reação química em cadeia acontecer.

    Com grandes poderes – quantidade de smartphones – vêm grandes responsabilidades – disparos de mensagens, especialmente aquelas advindas de fontes não tão fidedignas.

    Seria um erro brutal da minha parte atrelar o acesso das classes mais baixas aos bens de tecnologia ao boom de fake news no Brasil. E qualquer ilação a respeito disso é falsa. O problema é mais embaixo.

    Com o advento da tecnologia, temos o seu emprego para a criação de uma cadeia mundial de disparo de mensagens e de inteligência social robótica para espalhar notícias falsas pelos canais digitais. Em 2016, uma pesquisa do Meio & Mensagem mostrava que 42% dos brasileiros afirmavam já ter compartilhado notícias que eram falsas.

    De lá para cá, com a eleição do atual presidente e candidato em segundo turno, Jair Bolsonaro, a coisa só piorou. O Fla X Flu passou a ser diário. Ao contexto político, foram se acoplando temas como posse de armas, legalização das drogas, casamento gay, aborto.

    O debate virou uma miscelânea de temas, divididos na polarização atual. Voltamos ao tempo de Maquiavel: ao embate do então bem contra o então mal.

    E AGORA?

    Tudo isso nos levou a um ponto onde 69% dos brasileiros dizem que se relacionam, ou pelo menos preferem se relacionar, com pessoas que tenham ideias iguais às próprias. A falta de diálogo é a bola da vez.

    E por falar nele, o algoritmo…Discussões saudáveis online? Não.

    O estudo mostrou que, pela da tela do celular ou computador, a pessoa tem a falsa segurança de estar "invisível". O resultado é, muitas vezes, de uma conversa desrespeitosa com quem está do outro lado.

    Já no tête-à-tête, a coisa muda de figura. 70% dos entrevistados acreditam que a probabilidade de uma discussão saudável sobre política, por exemplo, acontece presencialmente.

    O estudo é dividido por perfis: contestadores, impositivos, isentos, rígidos e idealistas. Para conversar com cada um, descobrimos as melhores táticas.

    Os contestadores não gostam de perder discussões, então, preferem estar perto de quem pensa de forma semelhante. Quer conversar? Seja direto e tenha argumento racional, senão… Já era. É unfollow na certa – e nas redes sociais. Na vida real, é atravessar para o outro lado da calçada mesmo e fingir que não te viu.

    Impositivos são aqueles das discussões fervorosas e viscerais. Não são maioria, mas fazem barulho. Para conver- sar, por que não achar pontos em comum? Para os isentões, emoção. Sem polêmica. Para os rígidos, religião e família são primordiais. Questionar suas crenças é tiro no pé.

    Os jovens idealistas estão em quinto lugar na pesquisa, mas não menos importantes. Sempre ponderados, com suas reflexões sobre o tema da conversa, sempre querendo aprender e valorizando mais as ações do que as palavras.

    COMO MUDAR ISSO?

    Como resultado de toda a pesquisa e mergulho nos perfis, o estudo Brasil de Bolhas encontrou oito recomendações possíveis, algumas das quais compartilho com vocês aqui. Por exemplo, o diálogo não romântico. Ou seja, o diálogo perfeito não existe. Ser extremamente polido, o famoso "cheio de não me toques", só nos distancia ainda mais.

    Outra recomendação versa sobre os gatilhos segregadores. Ao se posicionar, é importante evitar alguns termos e discursos muito viscerais e que acabam despertando emoções que levam as pessoas ao amor ou ao ódio. Rótulos, por exemplo, são capazes de afastar possibilidades de conversas produtivas.

    Convido vocês a acessarem a pesquisa completa caso estejam dispostos a vencer a barreira da bolha e conversar mais, com respeito, hombridade e muita comunicação não-violenta. E deixo aqui o nosso teaser, para sentirem um gosto de como tudo isso ficou.


    SOBRE O AUTOR

    Thiago Baron é o founder e chief creative officer da DOJO. Formado em Design e pós-graduado em Semiótica, tem 20 anos de experiência c... saiba mais


  • INSCREVA-SE EM NOSSA NEWSLETTER

    • ASSUNTOS RELACIONADOS

      • O pior dia do ano Mulheres
        COLUNA
        O pior dia do ano 
      • A política da dúvida: como a violência psicológica reorganiza a experiência das mulheres
        COLUNA
        A política da dúvida: como a violência psicológica reorganiza a experiência das mulheres
      • palestrantes do festival SXSW 2026
        COLUNA
        SXSW 2026: 7 speakers para acompanhar o futuro sem se desconectar do humano
      • mãos seguram um búzio
        COLUNA
        “Ibarabô, agô lonã, Olukumí”
      • colagem de imagens de festas populares brasileiras
        COLUNA
        A brasilidade é uma tecnologia. O carnaval é a prova
      • jovem estudante segura um tablet
        COLUNA
        Equidade não é bandeira. É engenharia de decisão
      • segurança de dados em celulares
        COLUNA
        Nem tudo é problema da IA: às vezes falta confiança nos dados
      • mulheres negras na liderança
        COLUNA
        Liderar é decidir: o futuro que autorizamos existir
      • mão segura um celular com o símbolo da rede social Moltbook
        COLUNA
        MoltMirror: o que a IA nos mostrou sobre nós mesmos
      • mulher segura lenço tremulando ao vento
        COLUNA
        Só sei que nada sei: a lição socrática para uma vida boa em tempos de certezas rasas

        • IMPACTO

        • IMPACTO

          Dispositivo reaproveita água perdida enquanto o chuveiro esquenta

          IMPACTO

          Guerra no Oriente Médio afeta o Brasil? Veja impacto no petróleo e energia

          IMPACTO

          “Saunas para rãs” entram na luta contra doença que devasta anfíbios

        • NEWS

        • NEWS

          Caminhada Tai Chi: a tendência do TikTok que promete benefícios em 7 minutos

          NEWS

          O que significa a sigla SXSW?

          NEWS

          Veículos cada vez maiores reacendem debate sobre segurança nas ruas

        • TECH

        • TECH

          WhatsApp lança recurso para pais controlarem quem fala com seus filhos

          TECH

          SXSW: quais tendências de tecnologia devem estar em evidência?

          TECH

          Sistema iOS 26.4 beta 4. apresenta 163 novos emojis; confira

        • WORK LIFE

        • WORK LIFE

          Existe um método para se tornar criativo? Stanford afirma que sim

          WORK LIFE

          Seu cérebro esqueceu como ler livros? A neurociência explica o que fazer

          WORK LIFE

          Arnold Schwarzenegger: “Não largue o emprego para empreender”


        • Quem somos
        • Missão
        • Anuncie Conosco
        • Redação
        • Política de Privacidade
        • Termos de Uso
        • Contatos
        • Fast Company Brasil © 2025