No Culture Next deste ano, o Spotify mergulhou mais fundo na Geração Z como formadora de opinião, fã e, acima de tudo, indivíduos navegando e definindo seu lugar no mundo por meio do áudio.

Em sua quarta edição, o relatório de tendências globais realizado pelo Spotify explora as principais tendências de consumo da Geração Z, com a qual todas as marcas – e plataformas – querem se conectar hoje. O estudo mostra o imenso impacto dos Genzers no mercado, essa turminha que tem hoje entre 13 e 24 anos, que cria e dita tendências ao redor do mundo e é altamente engajada com áudio digital.  Mais da metade dos brasileiros de 18 a 24 anos ouve podcasts semanalmente e mais de 1/3 gosta, sim, de interagir com os anúncios. No dia em que lançou o estudo Culture Next no mundo todo, o Spotify realizou em parceria com a Fast Company Brasil um evento de lançamento em

São Paulo para convidados em um charmoso espaço em Pinheiros. E apresentou o conteúdo do estudo em formato de conversas – abriu com o bate-bola entre o Head of Americas Advertising Sales & Partnerships do Spotify, Brian Berner, com a editora-chefe da Fast Company Brasil.

Seguiu mergulhando no tema da criatividade em áudio no universo das marcas reunindo a consultora de criatividade e inovação Cris Naumovs, da Apego inc. e os criativos Felipe Silva, sócio da agência Gana, e Yuri Zero, CEO da Melted Vídeos.

E encerrou o evento com uma conversa sobre o áudio como ferramenta de proximidade com a Geração Z, conduzida pelo diretor de vendas Brasil do Spotify, José Melchert com o jornalista, podcaster e especialista em público jovem Thiago Theodoro e o cantor e compositor Jão.

Como uma geração passou de “emergente” para o centro do palco da cultura mais rápido do que o mundo foi capaz de compreender? Levantando suas vozes, ouvindo uns aos outros, e ultrapassando as fronteiras entre consumo e criação.
Parte dos Zs estão no ensino médio, enquanto os mais velhos estão começando a entrar no mercado de trabalho.

Como criadores, sua abordagem da música e de podcasts está forjando estéticas, gêneros e subculturas inteiramente novos. Como ouvintes, seus gostos e hábitos são fluidos e dizem muito sobre quem eles são. E esta geração está mais envolvida com o áudio digital do que nunca.

CRIADORES ACESSÍVEIS • ALTER EGO SONORO • AUDIOTERAPIA • NOSTALGIA MODERNA • A VIDA EM ESTÉREO
CRIADORES ACESSÍVEIS • ALTER EGO SONORO • AUDIOTERAPIA • NOSTALGIA MODERNA • A VIDA EM ESTÉREO
CRIADORES ACESSÍVEIS • ALTER EGO SONORO • AUDIOTERAPIA • NOSTALGIA MODERNA • A VIDA EM ESTÉREO
CRIADORES ACESSÍVEIS • ALTER EGO SONORO • AUDIOTERAPIA • NOSTALGIA MODERNA • A VIDA EM ESTÉREO
CRIADORES ACESSÍVEIS • ALTER EGO SONORO • AUDIOTERAPIA • NOSTALGIA MODERNA • A VIDA EM ESTÉREO
CRIADORES ACESSÍVEIS • ALTER EGO SONORO • AUDIOTERAPIA • NOSTALGIA MODERNA • A VIDA EM ESTÉREO
CRIADORES ACESSÍVEIS • ALTER EGO SONORO • AUDIOTERAPIA • NOSTALGIA MODERNA • A VIDA EM ESTÉREO
CRIADORES ACESSÍVEIS • ALTER EGO SONORO • AUDIOTERAPIA • NOSTALGIA MODERNA • A VIDA EM ESTÉREO
CRIADORES ACESSÍVEIS • ALTER EGO SONORO • AUDIOTERAPIA • NOSTALGIA MODERNA • A VIDA EM ESTÉREO
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da Geração Z no Brasil diz que participa de uma comunidade digital para fãs de um creator específico.

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da Geração Z no Brasil diz que o áudio permite que explorem diferentes lados de suas personalidades.

No Brasil, a Geração Z aumentou em

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o streaming de podcast sobre saúde mental no último ano. Este é o gênero de podcast mais ouvido pela Geração Z no mundo todo.

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da Geração Z no Brasil gosta quando as marcas trazem estéticas antigas de volta.

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da Geração Z no Brasil diz ter aprendido algo sobre eles mesmos ao olhar seus hábitos de escuta.

A Geração Z revoluciona a relação entre criadores de áudio e seus fãs.

Fãs e criadores nunca estiveram tão próximos. A Geração Z está revolucionando a maneira como os creators se relacionam com os fãs, transformando uma experiência unidirecional em uma relação de reciprocidade. No Brasil, 45% dos Genzers – quase metade – afirmaram que passaram a fazer parte de uma  

comunidade digital atraídos por um criador específico. Os fãs da Geração Z estão ajudando a impulsionar o processo criativo e inspirando em tempo real aquilo que os criadores de conteúdo estão construindo. É, de fato, uma via de mão dupla.

Através do áudio digital, os Zs encontram novas formas de expressar sua individualidade.

Ao contrários das gerações anteriores, que queriam “pertencer”, os jovens a Geração Z estão sempre em busca de novas maneiras de se destacar, de expressar sua individualidade.  A fluidez de gênero, orientação sexual e política dessa geração, por exemplo, se reflete também nas escolhas musicais. 

58% desses brasileiros afirmaram ouvir pelo menos um artista ou podcast que outras pessoas consideram como experimentais, poucos conhecidas ou de nicho. Esta é uma geração que abraça a unidade através da diferenciação. E que se recusa a ser resumida a apenas uma coisa.  

Jovens de 18 a 24 anos recorrem a podcasts para processar/lidar com os problemas mais complexos da vida.

Audioterapia é uma tendência entre a Geração Z.  Para lidar com todas complexidades da vida, em especial as emoções que envolvem a entrada no mundo adulto, esta geração encontrou no no áudio, principalmente nos podcasts, um espaço seguro e de apoio. Mais da metade dos brasileiros de 18 a 24 anos ouve podcasts semanalmente, no Brasil.

A Geração Z ouviu 111% mais podcasts  sobre saúde mental no primeiro trimestre de 2022 do que em 2021. Esta geração encara os conteúdos em áudio como autocuidado, relaxamento, aprendizado, e uma maneira de lidar com o estresse e a ansiedade.

A geração Z inova filtrando o passado/antigo através de uma lente contemporânea.

Saudades do que eles nem viveram. A Geração Z é nostálgica, tem uma “queda” por estilos estéticos de outras épocas, por produtos e conteúdos retrô, e até mesmo por publicidade antiga. Busca sua inspiração nos anos 80 e 90, quando a vida parecia mais simples do que é hoje.

No Brasil, 74% da Geração Z adora quando as marcas usam estilos “retrô”. Já 71% gostam quando elas produzem conteúdo ou produtos retrô. É um olhar para o passado renovado, com ares de novidade.

As marcas aprofundam as narrativas pessoais que os Zs compartilham sobre si mesmos.

A Geração Z está na vanguarda da cultura, constantemente encontrando novas maneiras de se expressar e de construir comunidades. Os podcasts geram intimidade com os ouvintes e os Genzers se sentem mais próximos de seus creators favoritos. Isso os leva naturalmente a interagir com as marcas.

No Brasil, 46% deles curtem escolher que anúncios ouvir nos serviços de streaming de áudio.  Além disso, mais de 1/3 do público da GenZ gosta de interagir com a publicidade.

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