O que Mark Zuckerberg disse sobre IA durante o balanço da Meta?

O executivo explicou como a Meta pretende ampliar o uso da IA nos próximos anos

Mark Zuckerberg
O CEO detalhou as ações da Meta para os próximos anos. (Foto: imagem criada com auxílio de IA via ChatGPT)

Lilian Campos 2 minutos de leitura

A inteligência artificial foi um dos principais temas da divulgação dos resultados financeiros da Meta. Em apresentação a investidores, Mark Zuckerberg reforçou que acelerará os investimentos em agentes de IA para usuários comuns e empresas.

Segundo a TechCrunch, o executivo prevê que a IA será a principal plataforma da década, com impacto comparável ao dos smartphones.

BILHÕES DE PESSOAS TERÃO UM AGENTE DE IA

O principal destaque da apresentação foi a previsão de Zuckerberg: bilhões de pessoas usarão agentes pessoais de inteligência artificial em cinco anos.

De acordo com a TechCrunch, esses agentes deverão conhecer as preferências de cada usuário e atuar como assistentes capazes de responder perguntas, criar conteúdo, ajudar na organização da rotina e executar diferentes tarefas. A expectativa da Meta é integrar essa tecnologia aos seus principais aplicativos e serviços.

META VÊ GRANDE OPORTUNIDADE NAS EMPRESAS

Além do público em geral, Zuckerberg afirmou que a Meta enxerga um grande potencial para a inteligência artificial no ambiente corporativo.

Segundo a TechCrunch, a empresa acredita que negócios de diferentes portes poderão utilizar agentes de IA para atendimento ao cliente, vendas, suporte técnico e outras atividades, sem a necessidade de desenvolver seus próprios modelos de inteligência artificial.

Para isso, a Meta pretende oferecer ferramentas que permitam às empresas criar e personalizar seus próprios agentes de forma mais simples.

IA PODE SE TORNAR A PRÓXIMA GRANDE PLATAFORMA

Durante a conversa com investidores, Zuckerberg voltou a comparar a inteligência artificial a outras grandes mudanças tecnológicas.

Conforme destacou à TechCrunch, o CEO acredita que os agentes de IA poderão se tornar a principal interface entre pessoas e serviços digitais, ampliando a forma como os usuários interagem com aplicativos, buscam informações e realizam tarefas no dia a dia.

A APOSTA DA META PARA OS PRÓXIMOS ANOS

As declarações reforçam que a inteligência artificial segue no centro da estratégia da Meta. Além de desenvolver seus próprios modelos de IA, a empresa expandirá o uso da tecnologia em seus aplicativos e no mercado corporativo.

Na avaliação de Zuckerberg, a combinação entre agentes pessoais e ferramentas para empresas pode ampliar o alcance da inteligência artificial e consolidar a Meta como uma das principais concorrentes no setor, que também reúne empresas como OpenAI, Google, Microsoft e Anthropic. Essa estratégia deve continuar sendo uma das prioridades da companhia nos próximos anos.


SOBRE A AUTORA

Lilian Campos é jornalista colaboradora da Fast Company Brasil. saiba mais