Receita, ações e investimentos: veja os principais resultados da Nvidia, após divulgação de balanço
O balanço trimestral da fabricante de chips mostrou um crescimento

A Nvidia divulgou nesta semana o seu novo balanço financeiro e apresentou números acima das expectativas do mercado. A fabricante de chips continua sendo uma das principais beneficiadas pela corrida global da inteligência artificial, especialmente no segmento de data centers e infraestrutura de IA.
Os resultados chamaram atenção não apenas pelo crescimento da receita, mas também pelos novos investimentos, recompra bilionária de ações e expansão de acordos ligados à computação em nuvem.
RECEITA E LUCRO
Segundo a CNBC, a Nvidia informou uma receita de US$ 81,6 bilhões no primeiro trimestre, registrando uma alta de 85% em relação ao ano anterior. O resultado superou as projeções do mercado, que esperava cerca de US$ 78,8 bilhões.
O lucro líquido também avançou de forma expressiva. Segundo o Wall Street Journal, a companhia registrou US$ 58,3 bilhões em lucro no período, valor três vezes maior que o apresentado no ano anterior.
Grande parte desse crescimento continua vindo da divisão de data centers, principal motor financeiro da empresa atualmente. A área gerou US$ 75,2 bilhões em receita no trimestre, impulsionada pela demanda por infraestrutura voltada à inteligência artificial.
De acordo com a Reuters, a empresa ainda prevê uma receita de US$ 91 bilhões no segundo trimestre, superando as estimativas do mercado, de US$ 86,8 bilhões.
RECOMPRA DE AÇÕES E INVESTIMENTOS
Outro destaque do balanço foi o anúncio de um novo programa de recompra de ações no valor de US$ 80 bilhões. Esse tipo de operação costuma ser interpretado pelo mercado como um sinal de confiança da empresa em sua própria geração de caixa e crescimento futuro.
A companhia também aumentou dividendos e reforçou investimentos ligados à pesquisa e desenvolvimento de novos chips para inteligência artificial.
Segundo a Reuters, a Nvidia revelou ainda possuir cerca de US$ 30 bilhões em acordos ligados à computação em nuvem, acima dos US$ 27 bilhões registrados anteriormente. De acordo com a empresa, esses contratos ajudam a financiar novas pesquisas e o desenvolvimento de novas tecnologias.