Mini robô da Apple? Entenda o projeto que quer transformar a Siri em um assistente físico
Acessório apresentado na CES 2026 aponta novos caminhos para o uso do smartphone no trabalho

Durante a maior feira de tecnologia do mundo, a CES 2026, em Las Vegas, a Apple apresentou uma atualização de negócio que transforma o iPhone em um pequeno robô de mesa, ao integrá-lo a um acessório inteligente.
Em meio a televisores gigantes, robôs humanoides e soluções futuristas, um produto menor chamou atenção ao propor uma nova função para o celular. A proposta é simples: usar o iPhone como o “cérebro” e o “rosto” de um assistente robótico discreto.
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COMO VAI FUNCIONAR?
Segundo informações do Gizmodo, à primeira vista, o dispositivo lembra uma base comum de carregamento de mesa. Ele organiza cabos, mantém o celular na vertical e ocupa pouco espaço no ambiente de trabalho.
Ao encaixar o iPhone, o acessório revela sua principal função. O suporte atua como um hub de energia, com portas USB C, USB A e carregamento magnético, permitindo alimentar vários dispositivos ao mesmo tempo.
O diferencial aparece quando o carregamento sem fio é ativado. Um aplicativo de Inteligência Artificial entra em funcionamento e transforma a tela do iPhone em um rosto animado.
Expressões visuais, olhos em movimento e reações em tempo real fazem o celular assumir o papel de um assistente robótico. O telefone deixa de ser apenas uma tela estática e passa a interagir com o usuário.
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O dispositivo não possui câmera, microfone ou tela integrados. Toda a experiência depende exclusivamente do iPhone, que fornece sensores, áudio, imagem e processamento.
Essa escolha reduz custos e evita a criação de mais um gadget independente. O acessório ocupa o lugar de algo que já existe na mesa, sendo o carregador do celular.
O suporte foi projetado para girar e inclinar automaticamente. Durante interações, o “robô” acompanha pequenos movimentos do usuário, reforçando a sensação de presença.
O design aposta em linhas simples e aparência amigável. A intenção é tornar a tecnologia menos fria e mais integrada ao ambiente de trabalho.
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QUAL SERÁ A FUNÇÃO?
Apesar do visual leve, o uso é voltado à produtividade. A Inteligência Artificial oferece notificações contextuais, apoio em reuniões e integração com ferramentas de trabalho.
Com o iPhone sempre à frente, o sistema reduz a necessidade de manusear o celular. O assistente informa, reage e responde apenas quando necessário.
O produto funciona exclusivamente com iPhone. A limitação é para explorar ao máximo o ecossistema da Apple, sem buscar compatibilidade universal.
A proposta aposta em profundidade de integração, não em alcance amplo. O acessório foi desenhado para quem já usa o iPhone como dispositivo central.
O conceito dialoga com uma tendência do setor de reduzir a quantidade de gadgets sobre a mesa. Um único acessório reúne carregador, suporte e assistente inteligente.
A inovação está menos no hardware e mais na experiência. O robô só existe porque reaproveita o iPhone, transformando um objeto comum em algo interativo.
A empresa responsável planeja lançar o produto por meio de financiamento coletivo a partir de março. O preço ainda não foi confirmado, mas a estimativa aponta valor abaixo de US$ 300 (R$ 1,5 mil).
Se confirmado, o acessório deve competir com hubs premium e dispositivos inteligentes de mesa, oferecendo um diferencial claro de interação.
A novidade indica uma mudança no papel do celular no dia a dia. Em vez de ficar parado enquanto carrega, o smartphone passa a assumir novas funções no ambiente.
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Nesse cenário, acessórios inteligentes podem redefinir o uso do iPhone, dando forma física e comportamento a um dispositivo que já faz parte da rotina.