Esta prática melhora a sua atenção e você pode fazer de qualquer lugar

O treinamento mental permite que o cérebro registre informações com mais clareza e agilidade

Mulher meditando em rente a um notebook.
As estratégias são recomendadas por especialistas de Harvard. Foto: Freepik

Lilian Campos 1 minutos de leitura

O nível de concentração em uma única atividade ou o poder da memória para lembrar de informações importantes ao longo do dia podem ser prejudicados por diversos fatores.

Uma pesquisa da Harvard Health Publishing aponta que a atenção é o fator determinante para a formação da memória. Isso porque a capacidade de lembrar fatos ou nomes depende da qualidade do registro realizado no momento da observação.

No entanto, o estudo também indica que a capacidade de foco individual é comprometida de acordo com o uso excessivo de celulares e com o nível de agitação da rotina.

Para resgatar ou manter uma boa intensidade de concentração nas atividades diárias, a pesquisa de Harvard apresentou uma prática que estimula o cérebro e pode ser feita de qualquer lugar: o mindfulness.

O QUE É O MINDFULNESS?

O mindfulness é a prática de manter o foco total no momento presente, segundo a Faculdade de Medicina de Harvard. O exercício consiste em observar sons, cheiros e pensamentos de maneira neutra e sem julgamentos.

Esta técnica ativa o relaxamento no corpo e interrompe a produção de adrenalina e cortisol, hormônios que circulam pelo corpo em momentos de estresse. Dessa forma, a habilidade de focar no presente torna a lembrança de nomes e prazos uma tarefa mais simples e automática.

MEDITAÇÕES PARA PRATICAR O MINDFULNESS

Pesquisadores da própria Harvard Medical School orientaram dois tipos de meditações que podem contribuir para o exercício de mindfulness. A primeira é chamada de “atenção focada”, uma técnica que consiste em focar os olhos em um ponto específico e praticar a respiração por meio das narinas.

O segundo estilo de meditação é conhecido como “monitoramento aberto”, um método focado em concentrar a mente em um objeto ou sensação específica do corpo. Com este exercício, o praticante pode reconhecer o momento de dispersão para conduzir a consciência de volta ao objetivo principal.


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